Nosso gênio criativo

Elizabeth Gilbert é muito conhecida por seu livro Comer, Rezar e Amar. E apesar do enorme sucesso de seu livro, na palestra abaixo a autora descreve a enorme pressão que esta conquista criou sob ela.

I’m pretty young, I’m only about 40 years old. I still have maybe another four decades of work left in me. And it’s exceedingly likely that anything I write from this point forward is going to be judged by the world as the work that came after the freakish success of my last book, right? I should just put it bluntly, because we’re all sort of friends here now — it’s exceedingly likely that my greatest success is behind me. So Jesus, what a thought! That’s the kind of thought that could lead a person to start drinking gin at nine o’clock in the morning, and I don’t want to go there.

Tradução: Eu sou muito jovem, tenho por volta de 40 anos. Ainda tenho talvez mais quatro décadas de trabalho em mim. E é extremamente provável que qualquer coisa que eu escreva a partir deste ponto seja lembrado pelo mundo como o trabalho que veio após o inesperado sucesso do meu último livro, certo? Eu deveria colocar isso sem rodeios, porque estamos todos amigos agora – é muito provável que meu maior sucesso de fato já tenha ocorrido. Então, meu Deus, que pensamento! Esse é o tipo de pensamento que poderia levar uma pessoa a começar a beber gin às nove horas da manhã, e eu não quero ir lá.

O que a autora destaca é a importância de separar o indivíduo do gênio criativo que há em cada artista.

 

13 de fevereiro de 2017

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